Morhan Nacional:

 A  Prefeitura de Teresina mantém uma rede de atendimento com 80 unidades de saúde para o tratamento gratuito da hanseníase. Atualmente, a Fundação Municipal de Saúde (FMS) está investindo na capacitação dos profissionais para otimizar o diagnóstico precoce e cura da doença. Este ano, foram diagnosticados 130 casos de hanseníase em Teresina. De acordo com o médico Reginaldo Rego, da equipe técnica da Gerência de Epidemiologia da FMS, o atendimento é realizado nos hospitais do Parque Piauí, Promorar, Monte Castelo, Primavera, Buenos Aires, Matadouro, Dirceu Arcoverde, Wall Ferraz (Ciamca), Satélite e Santa Maria da Codipi, além das unidades básicas de saúde.A Prefeitura de Teresina mantém uma rede de atendimento com 80 unidades de saúde para o tratamento gratuito da hanseníase. Atualmente, a Fundação Municipal de Saúde (FMS) está investindo na capacitação dos profissionais para otimizar o diagnóstico precoce e cura da doença. A hanseníase atinge a pele e os nervos dos braços, mãos, pernas, pés, rosto, orelhas, olhos e nariz, mas todos os casos têm cura. Os principais sintomas da doença são manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas em qualquer parte do corpo, com diminuição ou perda da sensibilidade ao calor, à dor e ao tato. Caroços e inchaços no corpo, engrossamento do nervo que passa no cotovelo, levando à perda da sensibilidade e/ou diminuição da força do quinto dedo, também indicam sintomas da hanseníase. Os sintomas também são observados em dores e sensação de choque, fisgadas e agulhadas ao longo dos nervos dos braços, mãos, pernas e pés, bem como em áreas com diminuição dos pelos e do suor. Cortar-se ou queimar-se sem sentir dores deve deixar a pessoa em alerta.A doença é transmitida pelas vias respiratórias por meio de tosses e espirros. A principal fonte de transmissão é a pessoa doente que ainda não recebeu tratamento medicamentoso. O Ministério da Saúde enfatiza que a hanseníase não é transmitida por abraços, aperto de mão e carinho. Em casa ou no trabalho, não é necessário separar as roupas, pratos, talheres e copos. O preconceito ainda é um dos grandes problemas no diagnóstico e tratamento da doença, como explica Reginaldo Rego. "O diagnóstico precoce e tratamento imediato são fundamentais para a cura. Os pacientes em tratamento não transmitem a doença e podem viver normalmente, tanto no trabalho como na família e na comunidade", enfatiza o médico. Fonte: Diário do Povo - PI
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