Morhan Nacional:

A Secretaria de Estado de Saúde realiza, entre os dias 26 e 28 de maio, no Hotel Mato Grosso Palace, em Cuiabá, a Reunião de Avaliação e Planejamento dos Programas Estaduais de Hanseníase das Regiões Centro Oeste, Sul e Sudeste. A reunião tem por objetivo fortalecer a gestão descentralizada, além de definir ações estratégicas prioritárias para áreas endêmicas e silenciosas. Francisca Barros (Dide / MORHAN PR) e Sylvia Daflon representam o MORHAN no evento. “A idéia desta reunião é definir e estabelecer estratégias que venham de encontro as diretrizes do Programa Nacional, tendo como foco final o alcance das metas, reduzindo os índices da doenças e diagnosticando precocemente casos novos da Hanseníase”, declarou o coordenador do Programa Estadual de Controle da Hanseníase, Cícero Fraga. A abertura das atividades está prevista para às 8h. Ao todo serão 200 participantes, sendo 01 representante de cada Regional de Saúde e profissionais dos municípios com maiores índices de detecção de casos novos. A metodologia proposta será de palestras, debates, troca de experiências, trabalhos em grupo e mesas redondas. As atividades acontecerão em período integral. Cícero Fraga disse que Mato Grosso, na busca da detecção precoce de casos novos da Hanseníase dentre as Políticas Públicas voltadas a esse agravo, vem realizando mutirões nos diversos municípios do Estado. “Um dos fatores de ocorrência da doença, em Mato Grosso, é o grande fluxo migratório característico da região Centro-Oeste e Norte do país. São os Estados de grandes frentes de trabalho e que mais crescem no seu desenvolvimento econômico. Mato Grosso está preparado tecnicamente, operacionalmente e também com pessoal qualificado para o enfrentamento dessa doença nessas circunstâncias”, justificou Cícero Fraga. DADOS- De acordo com informações do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), dados parciais de Mato Grosso notificam 2.616 casos novos, com um índice de cura de 86%. Em 2007 foram 3.008 casos novos, tendo como índice de cura de 62%, o que representa para o Estado uma redução de 13%. O Ministério da Saúde preconiza uma cobertura de 90%. “Para que o Estado consiga avançar ainda mais na redução, se faz necessária a parceria dos municípios, na elaboração de ações e estratégias para a realização de busca ativa de casos novos. A colaboração de todos é fundamental”, destacou o coordenador Estadual. Fonte: Jornal Documento
Compartilhe: