Morhan Nacional:

A comunidade do Dirceu Arcoverde, localizada na zona Sudeste de Teresina, recebeu ontem, o Consultório Móvel que integra o projeto “Saúde e Cultura Hanseníase tem cura”. A Carreta da Saúde, que está na Praça dos Correios, permanece até hoje, no Dirceu e depois segue para o bairro Promorar, onde ficará nos dias 5 e 6, em frente ao Hospital Geral, do bairro e nos dias 7 e 8 a carreta vai para o Buenos Aires, na zona Norte, para atendimento de pessoas com suspeitas da doença.Em seguida os municípios de Floriano, Bom Jesus, Picos, Piripiri, Parnaíba e ainda Timon irão receber o consultório móvel por um período de uma semana. O Programa de Parceria para Diagnóstico e Tratamento da Hanseníase está acontecendo através de uma parceria da Secretaria Estadual de Saúde, Fundação Municipal de Saúde, Movimento de Reintegração das Pessoas atingidas pela Hanseníase-Morhan e Febrafarma – Federação Brasileira da Indústria Farmacêutica e já percorreu os Estados do Maranhão, Tocantins e Pará.A Carreta da Saúde é equipada com cinco consultórios, banheiros e um laboratório para a realização dos exames de baciloscopia. O programa está em atividade há seis meses e já atendeu 11 mil pessoas, sendo 500 casos diagnosticados. Os profissionais que irão atuar no atendimento às pessoas são médicos e enfermeiros do Programa Saúde da Família de cada área.De acordo com a coordenadora do MORHAN no Piauí, Lucimar Batista, o fato do Estado ser uma área endêmica fez com que a ação já desenvolvida em outros Estados fosse trazida para cá. “Nós queremos mobilizar o máximo de pessoas durante estes dias em que o consultório móvel estará por aqui e mostrar a importância da campanha”, disse ela.Para o presidente da Febrafarma, Jorge Dias, a Carreta da Saúde é apenas uma contribuição modesta para com o município e as entidades de saúde dentro das ações de controle a hanseníase. Durante a abertura dos trabalhos em Teresina ele disse ainda que a pretensão da Febrafarma é montar até o final deste ano, mais uma carreta e ainda um barco para atender as regiões ribeirinhas. Fonte: Diário do Povo
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